Mostrar mensagens com a etiqueta Esqui. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Esqui. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Chaisse Neige “caça neves”


Chaisse Neige “caça neves”

Chaisse Neige é uma técnica utilizada no esqui como:

• um meio de reduzir a velocidade ;

• um meio de parar.






Material utilizado:


• principalmente os esquis - comprimento e largura.

Variabilidade das condições externas (limites fechados, pequenas variações):

• tipos de neve (ex: empapada, vitrificada, macia), isto é, as características físicas que apresenta;

• temperatura;

• visibilidade;

• declive da trajectória que efectua;

• perfil do solo;

• obstáculos.

Bibliografia:
http://esqui.no.sapo.pt/int.pdf

Que Material Preciso?

Que Material Preciso?


ESQUIS

São os esquis que lhe permitirão deslizar sobre a neve, por isso, é importante que escolha o par certo, que fará com que sinta que fazem parte do seu corpo.

O par errado de esquis pode ser bastante traiçoeiro!
Dedique algum tempo à selecção dos seus esquis e esforce-se por encontrar o par de esquis ideal para si, que se adequo ao seu estilo e necessidades.

Os esquis dividem-se em três partes: espátula, patim e tálon. São estreitos e, na parte da frente, apresentam uma forte inclinação para facilitar o deslizamento e amortizar o choque com obstáculos.


Há vários tipos de esquis, classificados de acordo com a sua utilização:

Esquis de Turismo: ideais para principiantes, são esquis que permitem viragens fáceis a velocidades reduzidas. São perfeitos para pistas verdes e azuis.

Esquis de Sport: em relação aos anteriores, têm maior precisão e estabilidade. Permitem deslizar rapidamente sobre a neve em condições não tão boas. Adequados para esquiadores de nível avançado.

Esquis de Competição: Esquis adequados para esquiadores de nível muito avançado. São precisos, rápidos e de alta performance.

Destinam-se a uma de cinco especialidades diferentes, cujas iniciais estão incluídas na designação dos esquis:
S - Slalom
GS - Slalom Gigante
SG - Super Gigante
DH - Descida Hiper
V - Velocidade Pura

Esquis Especiais: esquis apropriados para várias formas de esquiar e que requerem um equipamento específico para todos os níveis.
Esquis Infantis: como o próprio nome indica, destinam-se a crianças. São mais leves e flexíveis do que os dos adultos, embora de acabamento semelhante.

Quando tiver decidido que tipo de esqui praticará, terá de escolher o comprimento dos esquis. Enquanto adulto principiante, deverá começar com uns esquis entre os 150 e 170 cm. Como objectivo, deverá aspirar a esquis com mais 20 cm do que a sua altura.
Um pouco mais compridos se gostar de velocidade e um pouco mais curto de preferir facilidade nas viragens.
Os esquis têm evoluído bastante e cada vez mais se usam esquis mais curtos. Até os esquis de competição são mais curtos!
De forma geral, colocando os esquis ao alto, estes devem atingir uma altura algures entre a testa e o nariz. De qualquer forma, considere o tipo de esqui que deseja praticar, o seu nível e peso!
Se for principiante ou tiver pouca experiência, então prefira uns esquis mais curtos - mais fáceis de controlar e de efectuar os movimentos de viragem.
Se pretender esquiar árdua e rapidamente, virar pouco e ter maior estabilidade, opte por esquis mais longos.

É muito importante que leve em conta o seu nível como esquiador na selecção dos seus esquis:

Principiante ou Intermédio: Deverá sentir-se confortável nas pistas verdes ou azuis e ocasionalmente nas vermelhas. Condições de gelo poderão causar-lhe problemas.
Avançado: Poderá esquiar em toda a montanha, mas com certeza que as condições meteorológicas e de neve o afectarão. Lamentar-se-á se tentar melhorar a sua técnica fora-de-pista e à custa de colisões. Neste caso, sentirá necessidade que os seus esquis tenham alta precisão.
Experts: Se está à procura de corridas difíceis, se consegue efectuar todo o tipo de movimentos deve procurar esquis que proporcionem estabilidade e alta velocidade. Poderá resistir às condições de neve e meteorológicas, assim como às colisões e fora-de-pista.

Basicamente, deverá procurar nos esquis as seguintes características:

• Facilidade nas viragens
• Edge Grip
• Estabilidade em velocidade
• Forma
• Absorção das vibrações
• Versatilidade em todas as condições
• Precisão
• Leveza
• Cor e gráficos

BOTAS

O que procura numa bota de esqui? Em primeiro lugar, que seja confortável.
Usará as botas cerca de sete horas por dia, durante as suas férias.
Em segundo lugar, a bota será a ligação entre si e a neve, logo, deverá ser suficientemente rígida lateralmente para transmitir os movimentos das suas pernas e torná-los em movimentos de esqui. Deverá também permitir que o esquiador tenha flexibilidade suficiente nas ancas.
As botas deverão manter os seus pés firmemente no lugar, sem margem para folgas!

Há dois tipos de botas:

Botas de entrada superior: óptima precisão e controlo.

Botas de entrada posterior: oferecem maior conforto e facilidade de fixação. Apropriadas para principiantes.

Para identificar as botas, relativamente aos esquis, usam-se as seguintes iniciais:

L - Botas de turismo ou principiante
A - Botas de sport
S - Botas de competição
Seleccione um modelo apropriado ao seu nível como esquiador, ou para o nível que espera atingir em dois anos.
Mas antes de fazer a sua escolha, experimente bastantes!
Assegure-se que usa as botas tempo suficiente para averiguar como se sente, antes de as comprar ou alugar.

BATONS

A sua função é ajudar o esquiador a caminhar e manter o equilíbrio. São constituídos por um cabo, um punho de apoio e um basket.
O que os distingue é o comprimento, a forma e o punho de apoio.
Normalmente, o cabo é de um metal leve, como alumínio, ou de outros materiais compostos, mais leves e também mais caros.
Para testar o comprimento, segure o baton e agarre-o pelo punho de apoio. O seu antebraço deverá estar na horizontal quando estiver com os joelhos ligeiramente flectidos.



FIXAÇÕES

A nível de segurança, as fixações são a parte mais importante do equipamento. A sua função é fixar as botas aos skis de forma firme e ainda ter sensibilidade suficiente para não exercer demasiada pressão sobre a perna e para libertar em caso de queda.
Devem ter elasticidade suficiente para puxar de novo a bota ao centro se houver um deslizamento da bota face ao esqui.

A maioria das fixações é constituída por três componentes: calcanhar de reforço, biqueira e um travão. O calcanhar de reforço e a biqueira podem ou não ser uma peça única.


COMPRAR OU ALUGAR O EQUIPAMENTO?

ESQUIS

Se vai pela primeira vez passar as suas férias na neve, não compre skis, alugue. Não sabe se se tornará fã do desporto e poderá estar a precipitar-se. Primeiro experimente e escolha o tipo de esqui de que pretende praticar.
Se já tiver alguma experiência e se pretender continuar a praticar este desporto, então sim, considere comprar uns skis. Nesta fase, já será capaz de seleccionar os esquis que mais lhe convêm.

Se alugar os esquis, não se esqueça de:

Ser sincero em relação à sua experiência e capacidade de esquiar!
Informar os colaboradores da loja sobre o seu peso, altura e qual o tipo de esqui que pretende praticar: é importante para a selecção dos esquis e das fixações
Se aconselhar com o seu instrutor (caso opte pelas aulas de Esqui)
Verificar as condições dos esquis: confirme se as pontas estão polidas e que a base está encerada.
Efectuar a reserva com a maior antecedência possível. Em alturas de grande afluência de turistas, a escolha pode ser mais limitada
Estar atento para não perder os esquis. Tente memorizar o número de série, gravado na frente dos mesmos
Verificar se o seguro de viagem cobrem o aluguer dos skis. Pode acontecer serem roubados ou sofrerem danos, mesmo com boas condições. Se o seu seguro de viagem não cobrir o aluguer dos esquis, verifique se o pode fazer na própria loja
Levar cartão de crédito. Será necessário para o depósito do equipamento que alugar

Se vai comprar uns esquis, não deixe de:
Procurar informações e ler sobre os esquis que pretende. Se possível, pergunte a opinião a um instrutor e quais as suas recomendações
Verificar se os esquis têm garantia de devolução e em que casos
Se possível, testar os esquis antes de comprar (algumas lojas permitem fazê-lo)

Assegurar que as fixações estão em boas condições antes de deixar a loja. As normas DIN devem ser adequadas ao seu peso, altura e experiência enquanto esquiador.

BOTAS

A principal recomendação é a mesma dos esquis: não compre antes de decidir se gosta ou não de esquiar e qual o tipo de ski que pretende praticar!
Em caso de aluguer:
Levar umas meias consigo para experimentar as botas (um bom par de meias é fundamental!)
Ser honesto sobre a sua experiência e habilidade como esquiador: uma boa loja terá botas adequadas aos vários níveis de praticantes de esqui.
Usar palmilhas pode ajudar a sentir-se mais confortável. Se tiver um par, leve-as consigo para experimentar as botas
O comprimento do seu pé, assim como a forma devem ser levados em consideração
Quando experimentar as botas, deixe as fivelas um pouco folgadas, levante-se e flicta os joelhos. Deixe os calcanhares assentes no chão e levante as biqueiras das botas. É importante que se sinta confortável nesta posição. Caso contrário, as botas não serão adequadas para si
Assegure-se que as botas não estragam as suas calças de esqui, através de fricção
Não se importe se tiver de experimentar vários pares de botas!!!

Caso opte por comprar umas botas:

Poucas lojas permitem que teste as botas antes de comprar, mas se possível faça-o!
Pode demorar bastante a experimentar umas botas. Convém que esteja com elas calçadas o máximo de tempo possível. Recomenda-se que quando for comprar as botas, vá sem pressas!
O seu pé deve ser medido nu e o volume levado em consideração, assim como o seu nível de experiência como esquiador.
Não escolha as botas em função da cor ou das características. Uma boa escolha depende essencialmente da forma do seu pé.
Certifique-se que percebe bem as características das botas que vai adquirir.
Verifique se as botas têm garantia.
Não invista apenas nas botas. Vários bons pares de meias também são fundamentais. Podem fazer a diferença entre sentir-se ou não confortável
Se tiver algum problema com as suas botas, volte à loja onde as comprou!

Bibliografia:
http://www.neve.esoperadores.com/abcdaneve/material.php

Modalidades do Esqui Nórdico

Modalidades do Esqui Nórdico

Cross-Coutry

O cross-country, abrange desde provas de fundo de 50 km para os homens e de 30 para as mulheres até provas de sprint. Existem também maratonas que podem atingir os 100 km. Todas as corridas exigem uma grande resistência física, assim como uma técnica eficiente.
Técnica Clássica - Estilo diagonal. É necessário dar passos onde os esquis são colocados na diagonal principalmente em partes da pista que são a subir. Não se pode deslizar sobre a neve.
Técnica Livre - Várias técnicas são usadas, sendo o deslizar sobre a neve a mais comum.
Sprint - Os 32 ou 16 melhor qualificados competem num sistema eliminatório com dois ou quatro atletas em cada round. Percorrem uma distância que pode variar entre os 600 e os 2000m.
Competição por equipas - Os países competem uns contra os outros com 4 atletas que alternam entre as técnicas clássica e livre. Todas as equipas começam juntas.
Corrida de estafetas - As várias nacionalidades competem entre si numa equipa de dois competidores que alternam cada round num total de 4-6 rounds.
Partida em grelha - Forma de partida baseada no resultado da 1ª mão.
Partida em massa - Todos os competidores partem juntos.

Combinado Nórdico

É uma combinação de Saltos de Ski e Cross-Country, onde os atletas têm de ter a habilidade e a coragem dos saltadores de ski, combinado com a resistência física e técnica dos competidores de Cross-Country.
Prova Individual - Dois saltos numa rampa de 90 ou 120 m. e uma corrida de 15 km de Cross-Country no dia seguinte.
Salto Individual-Sprint - Um salto numa rampa de 90 ou 120 m. e uma prova de 7,5 km de Cross-Country.
Prova por equipas - O total das pontuações de cada equipa de 4 competidores é determinada ao fim de duas mãos de saltos de ski e uma corrida de 20 km estafetas, onde cada atleta faz 5 km.

Bibliografia:
http://www.fdiportugal.pt/

Modalidades do Esqui Alpino

Modalidades do Esqui Alpino


Esqui Alpino

É o mais popular dos desportos de inverno e o mais realizado em todas as estâncias de ski. Existem 4 disciplinas dentro do ski alpino que testam a técnica, o equilíbrio, a força e a coragem.
Downhill - Uma corrida que inclui uma variedade de curvas desafiadoras, assim como saltos e fases de deslize em que os esquiadores atingem as velocidades máximas de todas as disciplinas de ski alpino.
Slalom Super Gigante (Super-G) - Uma corrida de alta velocidade, com curvas largas, disputada numa única mão. Inclui também fases de salto e de deslize.
Slalom Gigante - Competição que tem como objectivo atingir o melhor dos tempos de duas corridas em pistas diferentes. É uma disciplina que requer viragens precisas.
Slalom - É realizado em dois percursos diferentes onde os tempos são combinados. Exige extrema agilidade e equilíbrio.
Combinado - As provas alpinas de combinado testam a habilidade do competidor nas provas de Downhill e Slalom onde no final se conjugam os dois tempos.




Esqui Freestyle

Compreende quatro disciplinas que testam uma vasta variedade de capacidades, desde a técnica dinâmica e força nos moguls até às habilidades acrobáticas.
Aéreos - Estas provas consistem em dois saltos que são julgados de acordo com a sua execução. A pontuação é multiplicada pelo grau de dificuldade.
Acrobacia - É realizada uma coreografia em voo, julgada pelas manobras técnicas e pela apreciação artística.
Moguls (montículos/lombas) - A pontuação é determinada pelos pontos atribuídos pela velocidade e pela técnica de execução de dois saltos compulsivos, aproveitando os montes da pista.
Dual Moguls - Dois atletas competem frente a frente em duas pistas paralelas de moguls.



Saltos de Ski

Os saltos de ski requerem uma técnica muito apurada, um perfeito sentido de timing e muita coragem. Os competidores tem de atingir a máxima distância sem esquecer o estilo do voo e a aterragem em telemark. São pontuados de acordo com a performance nestes aspectos.
Rampa Normal (90 m.) - Estes saltos têm lugar numa rampa de 90 m., disputada em duas mãos. A pontuação total é a soma das duas mãos, tendo em conta que é tomado em consideração para a pontuação a distância e o estilo.
Rampa Grande (120 m.) - Igual à anterior mas numa rampa maior. São atingidas maiores velocidades e distâncias.
Competição por equipas - A pontuação por equipas é determinada somando o resultado de cada equipa de quatro competidores no fim de duas mãos. Este tipo de prova normalmente têm lugar nas rampas de 120 m.
Voo de Ski - Actualmente existem 5 rampas para este tipo de prova. São rampas maiores onde os atletas atingem distâncias na ordem dos 200 m.




Outras disciplinas Telemark

O telemark é uma disciplina com viragens em telemark, com zonas de deslize e com saltos. As viragens são realizadas no estilo telemark, nome que veio da Noruega onde o skiador pioneiro Sondre Norheim fundou este estilo à mais de cem anos.
Telemark Classico (T-CL) e Sprint (T-SP) – Ambos com viragens em telemark, saltos e zonas de deslize em pistas mais ou menos compridas.
Slalom Gigante em Telemark (T-GS) – São usadas as viragens em telemark numa pista parecida em muitos aspectos com as pistas usadas para GS noutras disciplinas, mas acrescentando-se um salto.
Ski de Velocidade (Speed Skiing) – Tem lugar em pistas especialmente preparadas, onde os atletas competem uns com os outros com o objectivo de atingir as maiores velocidades na pista. É usado equipamento especial, (como por exemplo, roupas e capacetes) especialmente desenvolvido para dar a melhor aerodinâmica possível.
Ski na Relva – São aproveitadas para esta modalidade muitas das pistas de ski, durante os meses em que não há neve. Os atletas usam skis que são baseados num sistema de rolamentos e competem em Slalom em Slalom Gigante e em Slalom Super Gigante (Super-G).
Fimgleiten – É uma palavra de origem Alemã que significa deslizar sobre a neve da primavera. Durante a parte final da temporada, os cristais de neve começam a adquirir uma estrutura compacta. Os competidores utilizam então, os skis Fimgleiten, desenvolvidos para utilizar esta neve especial.

Bibliografia:
http://www.fdiportugal.pt/

Linha de maior Declive vs. Velocidade do esquiador

Linha de maior Declive vs. Velocidade do esquiador

O controlo da velocidade é sempre um aspecto importante na iniciação ao esqui, bem como, num nível de prática mais avançado.
Este controlo de velocidade é importante, uma vez que, num processo de iniciação, o praticante não possui ainda uma capacidade de resposta eficiente e eficaz. O problema é um equilíbrio entre a capacidade de leitura/análise, controlo e resposta conjugado com a velocidade a que se desloca, que determina o tempo que tem para reagir (tomar decisões e efectuá-las) às diferentes situações.

Como pode o esquiador controlar a velocidade?

A resposta a esta questão passa por duas soluções:

• travar (análise efectuada no ponto anterior);

• variar a trajectória de deslocamento na montanha.


Em suma, a velocidade que o esquiador, no decorrer de uma descida de montanha pode alcançar depende:

• da trajectória escolhida;

• da massa do esquiador, da área frontal e perfil morfológico;

• do tipo de neve – pode ser mais ou menos densa, com crosta ou vitrificada (que estala);

• do material utilizado.

Bibliografia
esqui.no.sapo.pt/int.pdf

Iniciação á Prática de Esqui

Iniciação á Prática de Esqui

A iniciação, solicitando o contacto com um novo tipo de material e a relação com um contexto diferente, isto é, por um lado a utilização de uns esquis e batons e por outro uma nova forma de deslocamento num terreno com características pouco estáveis. Estes dados, diferentes dos que o aluno já automatizou, são novos para quem inicia a actividade pelo que requerem uma integração e adaptação permanente.
Nesta fase, devemos ter alguns cuidados organizativos de modo a que seja facilitada a gestão do grupo. Algumas orientações devem então ser seguidas, tais como:

• antes de se proceder à colocação dos esquis, os alunos devem ser enquadrados em subgrupos com os respectivos orientadores;

• de seguida, os orientadores devem levar os grupos para locais de pequena inclinação, onde não atrapalhe o funcionamento das pistas nem as pessoas que vão para o tele-esqui ou para a casa do equipamento. Esse local, também não deve ter rochas, vegetação, etc.;

• a seguir a essa inclinação, o terreno deve ser plano ou um pouco a subir para eles não saírem muito daí, devido a não saberem ainda controlar os esquis.
• pôr os esquis e manter-se no mesmo local. Dar a noção de linha de maior declive e informar que, se os esquis estão paralelos à descida ganham uma velocidade superior e, se estes ficarem perpendiculares à linha de maior declive normalmente não se deslocarão em nenhum sentido;

• informar que, o objectivo é subir até um determinado ponto dessa pequena inclinação e depois vir para baixo, começando a adquirir o que é uma primeira experiência da prática do esqui, das suas dificuldades e sensações;

• solicitar junto dos alunos uma estratégia para subir (deslocamento dos esquis perpendicular à linha de maior declive) e uma estratégia para descer controlando a velocidade.


Problemas que poderão aparecer nesta primeira fase:

• cruzamento dos esquis;

• mecanismos de aperto (aluno queixa-se ou está constantemente a mexer na bota por estar muito apertada);

• utilização excessiva dos batons;

• olhar para os esquis e não para a frente;

• corpo inclinado para a frente.

Possíveis medidas a tomar para corrigir estes problemas:

• tirar os batons;

• verificar se as botas estão muito apertadas (afinação) ou se o número utilizado não é o adequado (neste caso, efectuar troca se necessário);

• aumentar o tempo de experiência com os esquis.

Bibliografia:
esqui.no.sapo.pt/int.pdf

História do Esqui

História do Esqui

A primeira forma de esqui, remonta à pré-história, onde "placas" feitas de ossos de animais de grande porte, poderão ter sidoutilizadas para viajar na terra coberta de neve ou gelo. Os primeiros esquis foram descobertos ao longos dos países escandinavos. O esqui mais antigo que se conhece, é o "HotingSki" com cerca de 4.500 anos, que se encontra em exposiçãoem Estocolmo, na Suécia. Outros, com 1.500 anos foram descobertos mais recentemente. É claro que, esquis com estas idades, nada têm a ver com os esquis em que esquiamos hoje em dia, no entanto o princípio básico é o mesmo: deslizar sobre a neve e o gelo.
Existem referências históricas escritas sobre o esqui e as competições, que datam dos primeiros séculos A.C. (500 a 1200). Descrições coloridas de cenas de esqui forma gravadas em livros durante os 500 anos que se seguiram. Esquis de vários formatos e tamanhos foram descritos, inclusive pares de esquis, em que um deles era mais longo que o outro (por ex., na Lapónia, onde o esqui esquerdo era mais longo e estiado, e o direito com pêlos, para tracção).
Os primeiros esquis (e bastões) feitos de pinho, vidoeiro ou freixo foram feitos de maneira a que os esquiadores se pudessem impulsionar a eles mesmos, através de variadíssimos terrenos inacessíveis a pé. Eram funcionais esquis nórdicos.
O uso do esqui, para fins estratégicos militares, foi pela primeira vez utilizado pelos Noruegueses em 1200 A.C.. Três séculos mais tarde, a Suécia usou tropas de esqui contra a Dinamarca, e quatro séculos depois nos Alpes, tropas de esqui foram utilizadas para combater a I Grande Guerra e a II Grande Guerra.
Como actividade desportiva internacional é considerada, por ter começado no princípio XIX , sendo as primeiras competições, de corridas e saltos, na moda na segunda metade do século. No início, as competições de esqui eram contituídas basicamente, por corridas de "cross-country" e saltos de esqui.
Muitos consideraram o Austríaco Mathias Zdarsky como o pioneiro da técnica de esqui alpino. O seu livro "The Lilienfelder Skilauf Technik", foi o primeiro a abordar a técnica. Embora a sua técnica nos dias de hoje esteja completamente ultrapassada (com o aparecimento de técnicas mais modernas, como por exemplo: o "carving"), a sua escola foi a primeira a ensinar com total sucesso, centenas de pessoas a esquiar montanha a baixo.
A técnica de construção de esquis conheceu uma grande evolução a partir de 1900. logo no princípio começaram a ser mais curtos, embora ainda de madeira, eram laminados e com perfis estudados e radicais.
No princípio da década de 1930, o trabalhador metalúrgico e esquiador Austríaco Rudolph Lttner, colocou cantos de metal nos seus esquis de madeira, revolucionando totalmente as performances dos esquis, bem como a sua segurança.
Em 1950, Howard Head produziu um esqui, o "Head Standard Ski", que era feito de tiras de alumínio com cantos de metal e um revestimento à base de plástico, Este robusto esqui revolucionou a construção e a durabilidade dos esquis em todo mundo.
A evolução técnica de construção de esquis desde aí, tem sido vertiginosa, existindo hoje em dia vários tipos de materiais de construção, conforme o tipo de esqui, nível, etc. Os bastões, botas e fixações têm acompanhado esta evolução tecnológica, havendo hoje no mercado, tal como os esquis, uma enorme variedade.

Bibliografia:
http://www.fdiportugal.pt/

Ficha técnica das Estâncias Pal e Arinsal – Andorra

Ficha técnica das Estâncias Pal e Arinsal – Andorra

Sectores Pal e Arinsal

Ficha técnica

Situação

A 5 Km de Andorra-a-Velha e a 3 Km de Escaldes-Engordany

Cotas

De 1550 m a 2560 m

Desnível

1010 m

Instalações

31 elevadores mecânicos
1 teleférico
1 telecabina 2 S (de 16 lugares)
1 telecabina 6 de lugares
3 telecadeiras movíveis de 6 lugares
2 telecadeiras movíveis de 4 lugares
5 telecadeiras fixas de 4 lugares
2 telecadeiras fixas de 2 lugares
9 telesquis
2 telecordas
5 tapetes rolantes
271 canhões de neve artificial

Capacidade

39.180 esquiadores/hora

Pistas

63 km - 707 Ha
5 Slalom F.I.S
7 pistas verdes
15 pistas azuis
16 pistas vermelhas
4 pistas pretas
1 Free-Style-Area
2 Free Ride-Area
1 Freestart Area
1 Slalom Area

Superfície nevada

23 km.

Actividades complementares

Mushing, motas de neve, motas de neve para crianças, Jump, raquetes, rappel, Skibikes, helicóptero, trenós, tiro com arco, orientação em montanha et airboard.

Serviços

Restaurantes

3 restaurantes na zona de pistas
2 self-service
7 snack-bars com esplanada

Escolas de esqui

2 com 200 monitores

Baby Club

2 para crianças de 1 (se já andam) a 4 anos

Jardins de neve

2 para crianças de 4 a 8 anos

Lojas

2 lojas com merchandising, jornais e serviço de revelações fotográficas

Centros médicos

2

Aluguer de material

5 lojas na zona de pistas

Parques de estacionamento

9 com capacidade para 6.600 veículos

Áreas de picnic

2 salas

Guarda-esquis

2

Cacifos

2

Caixas automáticos

2

Areas Temáticas

Bumps Area: Pal

Estádio FIS: Arinsal

Estádio FIS: Pal

Freeride Area: Arinsal

Freeride Area: Pal

Freestyle Area: Boarder & Skier Cross

Freestyle Area: Half Pipe

Freestyle Area: Jumps & Rails

Freestyle Area: Junior Rails Zone

Slalom & Carving area

http://pt.vallnord.com/ficha_tecnica_vallnord-ficha-t%E9cnica.aspx

Experiência de Esqui Em Andorra