No BTT, as subidas são um ponto chave para vencer ou perder uma prova e um grande desafio também para aqueles que não competem. Elas exigem muito dos atletas, tanto física quanto psicologicamente.sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Subidas - Preparação Física e psicológica
No BTT, as subidas são um ponto chave para vencer ou perder uma prova e um grande desafio também para aqueles que não competem. Elas exigem muito dos atletas, tanto física quanto psicologicamente.Combustíveis para o exercícios físico
Energéticos
Chip de Potência
Devemos começar por estabelecer uma base de trabalho, como treinar 3 a 4 vezes por semana, durante um mês ou mês e meio. Quando estivermos em forma, vamos começar a encarar melhor as subidas, a bicicleta parecer-nos-à mais leve e já não nos cansamos tanto. É nesta altura que devemos "kitar" as nossas pernas.
Tolerância zero no BTT
Segredos às Costas

Já vimos, por alto, a dura tarefa das nossas costas. Mas vamos aprofundar duas funções muito importantes para que, mais tarde, se deixar de as ter se lembre delas...
Manter a postura: montas-se na bicicleta, preparas-se para pedalar e...antes de sequer avançar as costas já estão ao serviço. A posição em cima da sua bicicleta é sustida pelos antebraços e tríceps (fora do guiador) e pela zona lombar, que sustenta o tronco. A este trabalho de sustentação chamamos isométrico, porque é uma força constante (tensão) que as costas exercem mas sem produzir movimentos ou oscilações. é um trabalho de fixação de postura.
E se mantém a cabeça elevada é porque os músculos cervicais a sustêm.
Quanto mais abaixo for o guiador, comparativamente à altura do selim, pior. É por isso conveniente que faça alongamentos ao pesciço no fim do exercício.Por exemplo, junte o queixo ao peito e deixe-se estar nessa posição alguns segundos.

domingo, 6 de dezembro de 2009
BTT para todos - vídeo
Aulas de BTT - Como travar
Como se faz?
Usam-se os dois travões, dianteiro e traseiro. É um erro usar somente um, salvo em circunstâncias especiais, como quando nos movemos em pisos pouco aderentes, aí podes usar só o travão traseiro.
• Leva sempre um dos dedos na manete de cada travão, assim o tempo de reacção é menor.
• Pouco antes de começar a travagem, coloca o teu peso atrás movimentando o corpo, estendendo os braços e baixando o centro de gravidade.
• Começa a accionar os dois travões à medida que vais movimentando o corpo para trás.
Exame prático
Faz uma marca no solo, chega até ela a 15 km/h e começa a travar ao passar sobre a marca. 0 objectivo é travar na menor distância possível. Faz 10 tentativas como aquecimento, experimentando várias posições e em cada travagem deixa o bidon exactamente onde paraste completamente, na zona do eixo da roda dianteira. Faz 5 tentativas e tenta deixar o bidon o mais perto possível da marca. Se não tens conta-quilómetros coloca o prato médio e um carreto intermédio e utiliza a cadência máxima para tentar estandardizar a velocidade em cada tentativa.
Estás aprovado?
Menos de 2,5m -» Espectacular
De 2,5 a 3m -> Notável
De 3 a 4m -» Bom
De 4 a 5m -» Suficiente
Mais de 5m -> Insuficiente
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Recomendaciones para el uso de la BTT
En este artículo que se adjunta a continuación aparecen algunas de las reglas básicas para el uso de una mountain bike. Principales errores que se suelen cometer en cuanto a los descensos, y que nos pueden costar caídas con graves lesiones, teniendo en cuenta la gran velocidad con la que se desciende en la mayoría de las ocasiones.Muy importante conocer y sobretodo poder explicar a aquellas personas que comienzan con la bici y no tienen un control absoluto sobre ella. Son así reglas básicas y que nos pueden sacar de unos cuantos problemas en lo que a accidentes se refiere. Si por otra parte se tiene un mejor dominio, nos puede ayudar a perfeccionar según que técnicas y realizar una ruta con más eficacia y por consiguiente con menor riesgo.
Berkshire Encyclopedia of Extreme Sports (P. 209-213)
http://www.scribd.com/doc/17323517/Berkshire-Encyclopedia-of-Extreme-Sports
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Todos os benefícios de andar de bicicleta
Os benefícios deste desporto não deixam margem para dúvidas. "As pessoas que andam de bicicleta regularmente poupam muitas visitas ao médico", refere o documento.
"Muitas pessoas com problemas como dores de costas, excesso de peso ou doenças cardiovasculares, podiam desfrutar de muitos anos de boa saúde se usassem a bicicleta mais vezes", acrescenta ainda a investigação.
Prepare-se para pedalar
Antes de qualquer exercício físico, convém lembrar-se que não se pode começar de um momento para o outro.
A cada dia que passa deve aumentar a duração dos alongamentos, tanto para a bicicleta estática como para a bicicleta normal. Se preferir pedalar ao ar livre, não se esqueça que o creme protector (para proteger do sol e do vento), o capacete e o colete reflector são imprescindíveis.
Mente mais sã
Directamente ao coração
Melhora as suas costas
Um regalo para os joelhos
Afasta as infecções
Poupa tempo e dinheiro
Entre as suas vantagens, destacam-se:
- O custo de uma boa bicicleta é 30 vezes inferior ao de um carro médio.
- A bicicleta minimiza a parte do orçamento familiar dedicado ao carro.
- A utilização deste meio de transporte permite fugir aos engarrafamentos e reduz o tempo das deslocações.
- Promove um bom estado de saúde e, por conseguinte, diminui a necessidade de recorrer a medicamentos.
O ideal seria arranjar, pelo menos, três horas por semana para andar de bicicleta.
De acordo com os especialistas, os benefícios deste desporto começam a ser visíveis depois dos primeiros 20 minutos a pedalar.
Quanto mais tempo dedicar à bicicleta, mais vantagens acumula!
Os resultados que consegue, se pedalar durante:
- 10 minutos – Melhoria articular
Primeiros km do ano - BTT
Certamente que a inactividade própria do Inverno deixou alguns quilos a mais e um estado de forma muito baixo. Nestas circunstâncias, recuperar a condição física que permita disfrutar mais um ano de BTT, deve ser um processo simples mas apropriado… não podes começar uma casa pelo telhado.
Se respeitares certos aspectos e conselhos a seguir apresentados, poderás recuperar a pedalada sem a necessidade de passar momentos “aflitivos” e desnecessários com a tua bicicleta.
1 – Que tudo esteja a postos!
Este é o melhor momento para modificar certos componentes da tua bicicleta, caso estejas a pensar fazê-lo. Um guiador elevado ou plano, adiantar ou retrasar o selim… o teu corpo ainda não está acostumado a nenhuma posição concreta, pois à meses que não se anda de bicicleta regularmente, de modo que qualquer alteração de posição afectará menos agora que noutra altura do ano.
2 – Mais vale sozinho que mal acompanhado!
Se os companheiros habituais de "passeio" já têm mais quilómetros, e logicamente estão mais fortes, é recomendável que optar por ir sozinho nas primeiras saídas. Quando a condição física é baixa, é fácil de cair no erro de realizar um esforço demasiado intenso na tentativa de não ficar para trás.
Quando se sentir em forma, sempre consciente das suas capacidades e possibilidades, começa a sair em grupo e desfrutar muito mais das sessões de BTT.
3 – Passo a passo.
Se organismo esteve habituado a fazer muito pouco esforço durante o Inverno não se deve submeter o mesmo a esforços muito intensos nas primeiras saídas do ano, caso contrário, além de “sofrer” em cima da bike, não conseguirá melhorar o teu rendimento, pois o corpo não está preparado para suportar tamanho esforço.
O mais apropriado é ir gradualmente, aumentando o esforço progressivamente:
- Duração: ao princípio as saídas podem ser de apenas 45, 60 minutos se não se encontra muito em forma, para, progressivamente aumentar a duração. Isto permitirá fazer várias horas num dia, quando estiver em plena forma.
- Dificuldade: numa altura em que as forças ainda não abundam, deve escolher trilhos suaves, com muito pouco desnível, e rodar a um ritmo cómodo. À medida que as semanas passem e se encontre melhor, começe a rolar em trilhos mais duros e com maior desnível. Por fim, se assim o entender, incremente um ritmo maior nas tuas saídas.
4 – Actividades complementares.
O ginásio é uma boa alternativa caso não tenha oportunidade de rolar durante a semana. A melhoria da forma física será mais rápida, caso possa frequentar o ginásio pelo menos duas vezes por semana. Poderá realizar exercícios de carácter cardiovascular, que aumentarão a resistência, aumentar o volume muscular e a força, que ajudarão a suportar melhor o esforço e reduzir possíveis incómodos que possam aparecer nas costas quando se pedala por muito tempo.
Outra possibilidade é a de correr pelo menos duas vezes por semana. É suficiente fazer sessões de 35, 40 minutos a uma intensidade moderada, quer para manter força das suas pernas, quer para manter a resistência cardiovascular. Lembra-se que é preferível correr sobre terra que asfalto pois o impacto sobre as tuas articulações e costas é muito menor, reduzindo a possibilidade de lesões.
5 – Relaxa-se!
6 – Alimenta-se.
Deve ter em conta que em baixo estado de forma física, os depósitos de energia que utiliza para andar de bike são muito mais escassos que se estiver em forma (os depósitos de glicogénio podem reduzir 50%!). Perante tal situação, nesta altura do ano será ainda mais necessário ingerir alimentos líquidos e sólidos durante as suas saídas maiores, para que as reservas energéticas nunca se esgotem.
Técnina no BTT - Dicas
Para nos equilibrar-mos quase parados, é essencial flectir um pouco as pernas, tentar mantermo-nos no centro da bicicleta e ir travando e pedalando aos poucos, para que a bicicleta se vá movimentando ligeiramente. Esta técnica é importante quando temos que quase parar, para ver qual o trajecto a seguir sem por os pés no chão.
A descer, devemo-nos colocar em pé e se a descida for acentuada colocar o nosso peso sobre a roda traseira, as pernas e braços devem estar também flectidos, os pedais devem ir paralelos, devemos manter a inércia, não travando bruscamente mas sim continua e suavemente. Devemos olhar sempre em frente e tentar manter uma trajectória recta, especialmente se for em pisos escorregadios.
Ao curvar, deve-se colocar o peso para a perna exterior a curva, tendo sempre a perna esticada
Por fim, em terrenos com raízes, lama, pedras soltas ou areia, tente não fazer mudanças de direcção violentas.
Nota: Nada de travar a frente antes de obstáculos e mantenha os braços relaxados.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
BICICLETA DE TODO TERRENO(BTT) E A NATUREZA
O comportamento pouco cívico de alguns utilizadores de bicicleta de todo o terreno e como de certo modo a BTT quase se tornou demasiado popular nalguns países Europeus e em muitas regiões dos Estados Unidos, os utilizadores de BTT tiveram de acatar limitações à sua liberdade após se ter chegado à conclusão de que o excesso de bicicletas pelas matas poderia provocar danos ambientais.Como resultado disto, houve proibição de circular em alguns Parques e Florestas. Recentemente foi interdita a passagem de cicloturistas em determinadas zonas da Serra de Sintra, porque o ICN (Instituto de Conservação da Natureza) juntamente com a Câmara Municicpal de Cascais fecharam alguns dos trilhos existentes.Várias congéneres europeias elaboraram códigos para os cicloturistas utilizadores de BTT que se assemelham a estas regras:
1º - Ceder a passagem aos turistas não motorizados;
2º - Abrandar ao aproximar-se de turistas equestres ou pedestres, passá-los com precaução;
3º - Reduzir a velocidade nas passagens sem visibilidade;
4º - Tomar sempre em consideração a experiência já adquirida: se pouca, média ou bastante.
5º - Passar distante dos animais selvagens e não assustar os animais domésticos;
6º - Nunca deitar lixo para o chão, recolhê-lo num saco até ao próximo recipiente;
7º - Respeitar a propriedade privada; não entrar sem autorização; não destruir as delimitações e repor as barreiras depois da sua passagem;
8º - Aprender a viajar em autonomia absoluta; preparar o itinerário e prever o seu reabastecimento; saber reparar a bicicleta;
9º - Nunca sair sozinho para um percurso longo e indicar o itinerário aos que ficam.
10º - Saber, em qualquer ocasião, manter-se discreto, modesto e, sobretudo, amável.
11º - Quando em grupo, o número de praticantes não deverá em caso algum exceder o total de dez, devendo manter intervalos do mínimo de cinco minutos entre a passagem dos grupos.
12º -Minimizar todo o tipo de impacte ambiental:
- Escolher os trilhos de maneira a não estragar a vegetação ou o solo. - Alguns exemplos: A chuva ou neve transformam um trilho em lama. A maneira mais fácil seria atravessá-lo, transformando-o num grande buraco no entanto deverá desmontar e passar cuidadosamente. Se uma árvore cai no nosso caminho, em vez de a contornar, criando assim um novo trilho, devemos desviá-la. - Estas acções isoladas parecem pouco importantes, no entanto quando multiplicadas por todos, os efeitos podem ser nefastos. - A prática do impacte ambiental mínimo é a filosofia do cicloturista / utilizador da bicicleta de todo o terreno.
Outras recomendações-
Usar sempre o capacete de protecção;
- Nunca perder de vista o companheiro que segue atrás;
- Saber sempre localizar-se no mapa Cumpridos todos estes pontos o contacto do ciclista com a Natureza não será certamente prejudicial.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Hidratación en BTT
Siguiendo con la aportación de datos a cerca de la BTT, a continuación adjunto artículo referente a los niveles de hidratación en deportistas de bicicleta de montaña.Artículo: Cruz, M., Cabral, C. y Marins, J.(2009) “Level of knowledge and habits of hydration of mountain bike athletes.” Fitness Performance Journal. 8 (2). 79-89
http://dialnet.unirioja.es/servlet/fichero_articulo?codigo=2958717&orden=0
Curiosidade
Treino de cadência de pedalada

Enquanto na Pedalada em Pistón a força que se realiza é dos 0 graus até aos 180 graus (não é totalmente verdade mas dá uma boa imagem) e portanto dos 180 graus até aos 360 graus a perna que sobe não realiza força sendo um peso acrescido para a perna que está a realizar força para baixo, na Pedalada em Redondo o ciclista realiza força durante todos os 360 graus (É obrigatório o uso de pedais de encaixe) . No entanto os níveis de força exercido nos primeiros 180 graus é muito superior (grupos musculares mais potentes das pernas) que nos segundos 180 graus. A Pedalada em Redondo também obviamente produz maior cansaço porque existem mais grupos musculares a trabalhar e o nível de tensão muscular eleva-se rapidamente, entrando-se frequentemente em processos metabólicos anaeróbicos. Basta pensar que este tipo de pedalada utiliza-se para sprints, para escapar, estender o grupo, ultrapassar, etc.
Outro aspecto importante será verificares qual é o nível de frequência de pedalada onde a tua FC é mais baixa para a mesma velocidade (Plano e subida).Lembra-te que altos níveis de frequência de pedalada (90-110 P/M), provocam menor tensão muscular (depois de treinados claro) e portanto menores níveis de FC e menor cansaço localizado, mas maiores níveis de cansaço nervoso (se não treinados).
Exemplo de trabalho específico contínuo:
O objectivo é de manter altos níveis de velocidade no maior tempo possível. O trabalho incide sobre a melhoria neuromuscular e de suportar a dívida de O2.
Distância: 300 – 1500 m
Nº. repetições: 10 – 20
O objectivo é de conseguir responder a mudanças de ritmo rapidamente, mantendo altos níveis de velocidade. Fundamental no XCO.
Distância: 150 – 600 m
Bibliografia:
Furo - Troca rápida
Nas provas de ciclismo, a troca do pneu furado esta a cargo dos técnicos que cada equipa tem, no entanto, no BTT a troca e da responsabilidade do praticante.
Marcio Ravelli, 10 vezes campeão brasileiro de BTT é bastante experiente e rápido em trocas de câmara de ar sendo capaz de substituir uma em 50 segundos. No ciclismo, uma roda dianteira é trocada em 10 segundos, contando a desaceleração e a posterior aceleração.
Como trocar uma câmara de ar furada rapidamente passo a passo
Leve consigo uma câmara de ar nova, dobrada e se possível ligeiramente cheia.
No caso de furo,deve parar imediatamente num local limpo e seguro. Se o pneu
furado for o traseiro, deve colocar a mudança no carreto mais pequeno para ser mais fácil retirar a roda.De seguida deve abrir o aperto da roda, soltar o cabo do V-Brake e retirar rapidamente a roda. Com a ajuda da espátula, retire um lado do pneu, retire a câmara furada e guarde-a.
Encaixe o bico da câmara de ar nova no local correto e a seguir instale-a dentro do pneu. Com as mãos encaixe as bordas do pneu no aro . Evite usar as espátulas para o fazer.
Após o pneu estar todo encaixado no aro, encaixe a bomba de ar ou CO2 e acione o gatilho.
Com o pneu cheio, coloque d enovo a roda na bicicleta e encaixe o cabo do V-Brake.
Por último verifique se a roda gira livremente, guarde as ferramentas e está pronto para montar a bicicleta e prosseguir no percurso.

A parte de todo este processo, a rapidez do mesmo é também influênciada pela experiência do praticante.
Para um conhecimento geral sobre os termos específicos das diferentes partes/acessórios da bicicleta clique nos links abaixo.
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=32&topic=8047.0
http://bttemportugal.blogspot.com/2007/10/dicionario-de-btt.html
http://www.bicicletasbtt.com/wp-content/uploads/2009/05/btt-parts-peq.jpg
Bibliografia:
http://www.projectobtt.com/
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
BTT - Breve hitória
omeçaram a construir bicicletas para se deslocarem pelos bosques e para realizarem algumas descidas radicais bem como, pela necessidade de ocupação dos surfistas nos dias sem ondas, que surgiu o BTT.Em alguns países de língua latina o desporto é chamado de Bicicleta todo terreno, já no Brasil é chamado de Mountain Bike. Normalmente, é abreviado como BTT - Bicicleta Todo o Terreno ou MTB.
Gary Fisher é considerado por muitos como o principal responsável pela aparição do BTT e também pelo seu desenvolvimento. Este construiu, com peças de bicicletas de estrada e outras elaboradas por ele, uma bicicleta mais resistente que o habitual, com pneus mais largos, para aguentar a dureza do terreno. Visto que as bicicletas de estrada não eram adequadas para superar obstáculos da natureza, este tipo de bicicleta (Bicicleta de Todo o Terreno), surgiu pela necessidade de criar máquinas mais robustas que permitissem superar estes mesmos obstáculos, começando por adaptar numa primeira fase a tradicional bicicleta de carteiro.
As primeiras adaptações feitas em bicicletas, foram elaboradas de forma artesanal, em garagens criadas pelos seus praticantes. Hoje em dia, estas adaptações, vivem à custa da alta tecnologia, essencial para a criação de uma bicicleta robusta, de boa performance e segura.
Actualmente, Gary Fisher é proprietário de uma marca de Bicicletas com o seu nome e só recentemente deixou de participar em competições.
Gary Fisher
Era o ano de 1974 e, a partir daí, o BTT não parou de crescer. O tempo foi passando, e as provas de BTT começaram a proliferar e a ser organizadas. A primeira a ser criada foi o Repack Downhill realizada em “Mount Tamalpais” na Califórnia, onde surgiram diversos atletas que marcaram o BTT mundial, como Ned Overend. Todavia a modalidade só cresceu, quando Mike Syniard, apostou neste novo desporto e nas suas potencialidades, criando em 1979 a Stump Jumper, a primeira BTT de sucesso comercial através da união com a Ritchey design ( importante marca de bicicletas, propriedade de Tom Ritchey, pioneiro do BTT).
Primeira bicicleta de BTT
A par desta nova modalidade desportiva, o sector industrial, fez aparecer e desaparecer muitas empresas, que com toda a certeza deram o seu contributo para o crescimento do BTT. A cada ano que passa, novas inovações são anunciadas, fazendo dos acessórios de BTT, material de alta qualidade.
A nível competitivo, o BTT subdivide-se em duas vertentes principais: o Downhill e o Cross-country.
Na vertente de Downhill, o objectivo é descer uma encosta o mais rápido possível. As dificuldades da encosta atribuem maior espectacularidade á modalidade. Já no Cross-country é preciso muita resistência física e algum espírito de sacrifício uma vez que as quedas são mais frequentes e consta, normalmente, de provas de alguma durabilidade. As corridas têm a duração média de 2 horas e estão escalonadas por classes etárias.
O BTT cada vez mais vem conquistando adeptos, e hoje está em quase todas as regiões do mundo. Com tantas competições realizadas, a qualidade e o nível técnico dos atletas espalhou-se pelo mundo e em 1996, o BTT passou a ser um desporto olímpico, estreando-se nos Jogos Olímpicos de Atlanta.
Actualmente o BTT é um negócio de milhões de Euros e com várias dezenas de marcas existentes no mercado, sempre a inovar e a desenvolver equipamentos e acessórios com grande avanço tecnológico.
O BTT não é só praticado por atletas federados. Todos aqueles que gostam de pedalar, seja uma vez por ano, OU MAIS, devem continuar a fazê-lo!!!
Bibliografia:
- http://www.jornaldatrofa.pt/
- http://www.tudosobrerodas.pt/
- http://www.eps-silvares.rcts.pt/
- http://doirobike.blogs.sapo.pt/
- http://bttemportugal.blogspot.com
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Características Generales MTB
Autor: Sara Gonzalez Asensio
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Historia BTT - León
La historia de la BTT en León comienza aproximadamente por el año 1991, cuando un grupo de jóvenes amantes de la Mountan Bike empiezan a recorrer diversas rutas por los alrededores de la ciudad. Estas rutas, que anteriormente habían sido utilizadas como paso de ganado entre pueblos, fueron de nuevo marcadas para el tránsito en bicicleta por Juan Carlos Fidalgo Vega y Ángel Urbano LLanos Pellitero, y posteriormente reflejadas en un libro (Fidalgo Vega, J.C. y Llanos Pellitero, A.U. (1996). “Por la provincia de León en bicicleta de montaña”. Ediciones Leonesa, S.A. 160 p.).




