quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Rafting- Em que consiste?

Rafting

Esta modalidade é considerada como um misto de emoções, desda adrenalina de descer um rapido a calma de apreciar uma bela paisagem,basta expirimentar par se gostar. Os nossos rios são recheados de beleza, aventura e acessibilidade para qualquer um com um sentido de aventura e gosto por actividades de ar livre.
Em que consiste?

Rafting consiste em seguir o curso de um rio através de suas quedas e rápidos num raft insuflável. Em cada raft podem ir de 2 a 10 pessoas mais o guia. É nesse Raft que os participantes irão descer o Rio, por entre rochas e rápidos, umas vezes calmamente outras nem por isso.
Praticar rafting requer alguns procedimentos básicos, geralmente dados pelo instrutor responsável no local de descida do rio. É ele quem vai na parte de trás do raft, transmitindo comando aos remadores.
Esses remadores vão participar activamente na "condução" do Raft, seguindo à risca as indicações do Guia. O grupo a bordo do raft deve estar atento às instruções do líder e remar em sincronia. Ninguém fica parado pois são os remadores qu determinam a direcção que este toma, caso corra mal as indicações do guia corre-se o risco de ir para em cima de uma rocha ou até mesmo virar a embarcação.
Quedas do raft acontecem. Os instrutores orientam as pessoas a ficarem em numa posição de forma a ajudar o resgate, pelo cabo do remo ou por uma corda. O raft também pode virar, o que requer ainda outras técnicas para voltar à posição normal.
Lembramos que rafting é um desporto de equipe, onde todos remam e participam activamente na condução do raft. É uma actividade de carácter físico mas também exige muita coordenação e espírito de equipe para levar o Raft a bom porto.

Os rios e a sua classificação

Os rios são classificados, de acordo com a sua dificuldade, de I (fácil) a VI (sobrevivência duvidosa). A classificação depende da velocidade da água, do percurso e do volume de água do rio, por isso, o mesmo rio pode ser mais emocionante na época de cheia do que em época seca.
Os noviços podem aventurar-se em rios de nível I ou II, sem guias, mas os segmentos classificados entre os níveis III e V requerem uma grande perícia e experiência, ou então requerem pessoas experientes e profissionais para liderarem a descida. O nível VI é a derradeira experiência.
ADAPTADO DE: www.arlivre.com

Hidratación en BTT

Siguiendo con la aportación de datos a cerca de la BTT, a continuación adjunto artículo referente a los niveles de hidratación en deportistas de bicicleta de montaña.
Un aspecto importante a tratar, no tanto en aquellas marchas “cicloturistas” (que también), sino en las pruebas de larga duración en determinadas competiciones, que llevan a la pérdida de elevados valores de agua, con las consiguientes repercusiones a nivel funcional como puede ser los calambres musculares o la fatiga.

Artículo: Cruz, M., Cabral, C. y Marins, J.(2009) “Level of knowledge and habits of hydration of mountain bike athletes.” Fitness Performance Journal. 8 (2). 79-89
http://dialnet.unirioja.es/servlet/fichero_articulo?codigo=2958717&orden=0

Windsurf


Técnicas:

Introdução
Navegar nas ondas é o sonho de grande parte dos windsurfistas, no entanto

a"grande" dificuldade de passar a zona de rebentação faz com que essa possibilidade pertença a apenas uma pequena parte dos mesmos. Estes parágrafos não substituem uma aula de iniciação às ondas, mas ajudam a desmistificar um conjunto de factores que nos permitem ajudar a passar as mesmas. Em primeiro lugar para velejar nas ondas (passar a zona de rebentação) temos que saber fazer, ou beachstart ou waterstart. Se as ondas forem muito pequenas e rebentarem só onde exista "pé", basta-nos saber fazer o beachstart.

Execução
Para entramos no mar com ondas devemos ter em atenção que o equipamento esteja em boas condições de forma a poder resistir aos impactos. Escolher o local onde a rebentação tenha menos força e onde o vento seja mais forte e constante. Segurar no conjunto vela + prancha e suspendê-lo no ar, com auxilio do vento, avançar e largar apenas a prancha na água. Convém que a profundidade seja pouca para limpar a areia da retranca (se for necessário) e aguardar pela melhor oportunidade de sair. A saída para a água deve ser feita através de Beachstart ou waterstart e apenas quando o vento tiver força suficiente para vencer as ondas e quando as mesmas estiverem menores. Se durante a saída verificarmos que não conseguiremos passar as ondas maiores, deveremos voltar para trás. Nunca devemos hesitar e na dúvida regressamos para a praia onde podemos descansar e recuperar as forças.

Para voltar atrás antes de sair a zona de rebentação devemos cambar (chiken-jibe) tendo em conta que esta tem que ser feita de forma rápida no intervalo das ondas. Sempre que velejamos no mar com ondas, pode existir a possibilidade de passar espumas, umas pequenas e outras grandes, de ondas já rebentadas. Para o fazermos devemos sincronizar o caçar da vela com a colocação do nosso peso na perna de trás para que a prancha consiga subir a espuma. Assim que subirmos, deveremos colocar o peso na perna da frente e folgar de forma a ficarmos em equilíbrio do lado de fora da espuma. Uma vez passada a zona de rebentação, podemos escolher velejar lá fora ou então vir às ondas com o objectivo de surfar.Quando ao passarmos uma onda, formos derrubados, devemos manter sempre a calma. Se possível, não devemos largar o equipamento. Se tivermos com pouca profundidade tiramos a vela da água e fazemos beachstart. Se tivermos numa zona mais profunda deveremos preparar a vela para o waterstart. Ao fazê-lo, devemos fazer para a praia, pois só ai é que poderemos descansar e recuperar a força e tentar de novo. Se o vento não tiver força suficiente para nos levantar devemos manter a posição do waterstart e aguardar que estejamos numa zona pouco profunda.


Para voltar à praia é preciso ter tranquilidade. Devemos vir a velejar até que a prancha quase toque na areia. Nessa altura desmontamos mantendo a vela, sempre fora de água. Sempre colocados pela popa empurramos a prancha para a areia com a ajuda das ondas até termos pouca água. Assim que possível podemos passar as mãos para o mastro. Para que a vela não toque na água colocarmo-nos de costas para o vento. Quando tivermos pouca água segurar com a mão de trás no foot-strap de trás e voltarmo-nos completamente de costas para o vento de maneira que a vela rode para o outro lado. Esta manobra deve ser feita sempre a caminhar para terra de forma a ficarmos completamente em seco.


Por: Lino Mucambe

Curiosidade

Tal como qualquer amante do BTT, para além do simples prazer da prática sou também um curioso no que a parte técnica/mecânica diz respeito.
Na tentativa de ir satisfazendo esta minha curiosidade, numa das minhas pesquisas na internet encontrei um artigo que me pareceu algo interessante, que aborda matéria que eu desconhecia totalmente, e que é bastante específica.

Assim, e como não sou invejoso, deixo de seguida o link do artigo em questão:

Dada a minha curiosidade pelo BTT, não vou parar de pesquisar sobre a modalidade, e quando encontrar algo de relativo interesse voltarei a postar para poder partilhar com todos os amantes do BTT e das actividades de lazer

Treino de cadência de pedalada

Em primeiro lugar é necessário compreender o que implica realizar Trabalho de Cadência de Pedalada. O primeiro pressuposto está definido em relação ao movimento de pedalada, que é uma técnica que tem de ser aprendida e treinada sistematicamente. Em termos de coordenação intermuscular (a relação entre músculos que realizam a força e provocam o movimento - Agonistas e músculos que se descontraem para permitir movimento - Antagonistas) a pedalada é um movimento extremamente complexo, onde estão envolvidas grandes massas musculares (grupos musculares) que se vão alternando conforme o ciclo de pedalada. Depois temos que perceber que existem dois pontos mortos no ciclo de pedalada (0 graus e 180 graus).

Em termos de técnica de pedalada podemos distinguir os seguintes tipos - Em Pistón e em Redondo, estes dois tipos de pedalada têm resultados muito diferentes em relação à potência desenvolvida. É de salientar que estes tipos de pedalada podem ser realizados em pé ou sentados no selim.


Enquanto na Pedalada em Pistón a força que se realiza é dos 0 graus até aos 180 graus (não é totalmente verdade mas dá uma boa imagem) e portanto dos 180 graus até aos 360 graus a perna que sobe não realiza força sendo um peso acrescido para a perna que está a realizar força para baixo, na Pedalada em Redondo o ciclista realiza força durante todos os 360 graus (É obrigatório o uso de pedais de encaixe) . No entanto os níveis de força exercido nos primeiros 180 graus é muito superior (grupos musculares mais potentes das pernas) que nos segundos 180 graus. A Pedalada em Redondo também obviamente produz maior cansaço porque existem mais grupos musculares a trabalhar e o nível de tensão muscular eleva-se rapidamente, entrando-se frequentemente em processos metabólicos anaeróbicos. Basta pensar que este tipo de pedalada utiliza-se para sprints, para escapar, estender o grupo, ultrapassar, etc.



Em termos de treino o ideal estará entre a pedalada de pistón e de redondo, uma vez que podemos utilizar mais grupos musculares e portanto menor cansaço localizado (problema das câibras), apesar de num inicio os níveis de frequência cardíaca poderão ser mais elevadas.


Para afinar o trabalho de técnica de pedalada é utilizado o pedalar com apenas um pé com uma mudança relativamente pesada e com níveis de frequência de pedalada baixo (cerca de 50/60 P/M), cerca de 2 min para cada perna, para o SNC aprender que músculos contrair e descontrair (um sinal de sucesso é a pedalada ser sempre realizada em força e não haver rotação sem inércia).



Outro aspecto importante será verificares qual é o nível de frequência de pedalada onde a tua FC é mais baixa para a mesma velocidade (Plano e subida).Lembra-te que altos níveis de frequência de pedalada (90-110 P/M), provocam menor tensão muscular (depois de treinados claro) e portanto menores níveis de FC e menor cansaço localizado, mas maiores níveis de cansaço nervoso (se não treinados).

É na Estrada que se deve treinar frequência de pedalada, uma vez que não temos de estarmos constantemente a levantarmos e pararmos de pedalar devido às condições do terreno. Aqui vão algumas ideias para treinar Frequência de Pedalada:


Exemplo de trabalho específico contínuo:

Pedalar na roda de mota; Relevos com mudanças leves; pedalar em descidas; pedalar em plano com mudanças leves ou a favor do vento.


Exemplo de trabalho por intervalos:

Distância a percorrer: 100 – 300 m
Frequência de pedalada: 100% (Máxima) entre 130 – 170 p/m
Nº. repetições: 8 – 12
Recuperação: completas (6 – 10 min.)

Este treino tem como objectivo a automatização da técnica, melhorando a coordenação inter e intramuscular. Deve ser conteúdo dos treinos em todas as fases de formação do ciclista e durante a época.


Para o Treino de Velocidade -Resistência


O objectivo é de manter altos níveis de velocidade no maior tempo possível. O trabalho incide sobre a melhoria neuromuscular e de suportar a dívida de O2.


Distância: 300 – 1500 m
Intensidade: 90% - 95% da capacidade máxima
Nº. repetições: 10 – 20
Recuperação: completa (3 – 7 min.)
Mudanças: um a dois dentes mais leve do que utiliza normalmente.
Frequência de Pedalada: acima das 110 ppm

O objectivo é de conseguir responder a mudanças de ritmo rapidamente, mantendo altos níveis de velocidade. Fundamental no XCO.

Distância: 150 – 600 m
Intensidade: 90% - 95% da capacidade máxima
Nº. repetições: não ultrapassar as 20Recuperação: parcial (2 – 3 min.)
Mudanças: um a dois dentes mais leve do que utiliza normalmente.
Frequência de Pedalada: acima das 110 ppm


Bibliografia:

http://www.forumbtt.net/ - Mario Alpiarça

Furo - Troca rápida

É do conhecimento comum que nas corridas de bicicleta, o tempo é muito precioso. O que pouca gente sabe é como trocar um pneu o mais rápido possível.
Nas provas de ciclismo, a troca do pneu furado esta a cargo dos técnicos que cada equipa tem, no entanto, no BTT a troca e da responsabilidade do praticante.
Marcio Ravelli, 10 vezes campeão brasileiro de BTT é bastante experiente e rápido em trocas de câmara de ar sendo capaz de substituir uma em 50 segundos. No ciclismo, uma roda dianteira é trocada em 10 segundos, contando a desaceleração e a posterior aceleração.

Uma vez que no BTT o terreno é bastante acidentado, a possibilidade de ocorrer um furo está sempre presente, e dada a extrema importância do tempo, saber trocar uma câmara de ar furada o mais rápido possível é de extrema importância.

Como trocar uma câmara de ar furada rapidamente passo a passo

Leve consigo uma câmara de ar nova, dobrada e se possível ligeiramente cheia.
No caso de furo,deve parar imediatamente num local limpo e seguro. Se o pneu furado for o traseiro, deve colocar a mudança no carreto mais pequeno para ser mais fácil retirar a roda.
De seguida deve abrir o aperto da roda, soltar o cabo do V-Brake e retirar rapidamente a roda. Com a ajuda da espátula, retire um lado do pneu, retire a câmara furada e guarde-a.
Encaixe o bico da câmara de ar nova no local correto e a seguir instale-a dentro do pneu. Com as mãos encaixe as bordas do pneu no aro . Evite usar as espátulas para o fazer.
Após o pneu estar todo encaixado no aro, encaixe a bomba de ar ou CO2 e acione o gatilho.
Com o pneu cheio, coloque d enovo a roda na bicicleta e encaixe o cabo do V-Brake.
Por último verifique se a roda gira livremente, guarde as ferramentas e está pronto para montar a bicicleta e prosseguir no percurso.


A parte de todo este processo, a rapidez do mesmo é também influênciada pela experiência do praticante.

Para um conhecimento geral sobre os termos específicos das diferentes partes/acessórios da bicicleta clique nos links abaixo.
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=32&topic=8047.0

http://bttemportugal.blogspot.com/2007/10/dicionario-de-btt.html

http://www.bicicletasbtt.com/wp-content/uploads/2009/05/btt-parts-peq.jpg


Bibliografia:
http://www.projectobtt.com/

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Canoagem: Análise Cinesiológica da Remada Básica

Abordando apenas a remada em frente e baseado em Bernasconi e Tenucci (1998) citados por (Moreira & Parada, 2005) dividimos a remada em 4 movimentos, a entrada, puxada, saída e recuperação.

Assim a entrada ocorre quando a pá do remo passa a aproximadamente uns 50 cm da superfície da água, tendendo para posição horizontal, devendo ser realizado da forma mais alongada possível.
A segunda etapa ou movimento é o Power Stroke, sendo aqui traduzida como puxada. O remo tende a angular de paralelo a perpendicular a água. É a fase aquática mais importante para a impulsão do barco.
A terceira etapa, saída, acontece quando a pá do remo, embora ainda dentro da água, passa da linha do ombro do praticante.
A última fase é a da recuperação, conhecida como a fase aérea.
A seguir, tem-se as posições estáticas, quadro a quadro, com a ação de cada articulação envolvida. apesar de serem visto neste texto em posições estáticas, foram analisados de forma dinâmica, através de vídeo.
1. Posição inicial

Lado esquerdo
Pescoço- EXTENSÃO e INCLINAÇÃO À ESQUERDA;
Ombro - EXTENSÃO, ABDUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo -FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho - EXTENSÃO DO CARPO;
Falanges - FLEXÃO;
Escápula - ROTAÇÃO EXTERNA, ELEVAÇÃO e ADUÇÃO;
Coluna estabilizada
Quadril - FLEXÃO e ADUÇÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO.
Pé- ROTAÇÃO EXTERNA de QUADRIL.

Lado direito
Ombro - POSIÇÃO NEUTRA;
Cotovelo -FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho - EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Polegar - FLEXÃO e ABDUÇÃO.
A Escápula está estabilizada. O restante das articulações é igual.

2. Entrada

Lado esquerdo
Pescoço- FLEXÃO e ROTAÇÃO LATERAL;
Ombro - FLEXÃO, ABDUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo - EXTENSÃO e PRONAÇÃO;
Punho - NEUTRO;
Falanges - FLEXÃO;
Escápula- ROTAÇÃO EXTERNA E ABDUÇÃO;
Coluna- FLEXÃO e INCLINAÇÃO;
Abdómen- FLEXÃO e ROTAÇÃO LATERAL PARA ESQUERDA;
Quadril - FLEXÃO e ADUÇÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO.
Pé - ROTAÇÃO EXTERNA (QUADRIL)
Lado direito
Ombro- FLEXÃO, ABDUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Escápula - ROTAÇÃO EXTERNA com ABDUÇÃO e ELEVAÇÃO;
Cotovelo- FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho - POSIÇÃO NEUTRA;
Falanges - EXTENSÃO.
Os movimentos dos membros inferiores são iguais ao do lado esquerdo.

3. Puxada

Lado esquerdo

Pescoço- FLEXÃO e ROTAÇÃO LATERAL PARA A ESQUERDA;
Ombro- EXTENSÃO , ADUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo - FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho - EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Escápula - ROTAÇÃO INTERNA, ADUÇÃO e ABAIXAMENTO.
Coluna- FLEXÃO, INCLINAÇÃO e ROTAÇÃO LATERAL PARA ESQUERDA;
Quadril - FLEXÃO e ADUÇÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO.
Pé - ROTAÇÃO EXTERNA (QUADRIL)

Lado direito
Ombro- FLEXÃO, ADUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo- EXTENSÃO e PRONAÇÃO;
Punho - EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Escápula - ROTAÇÃO EXTERNA com ABDUÇÃO e ELEVAÇÃO.
Os membros inferiores realizam os mesmo movimentos do lado esquerdo.
4. Saída


Lado esquerdo

Pescoço- POSIÇÃO NEUTRA;
Ombro- EXTENSÃO, ADUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo - FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho - EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Escápula - POSIÇÃO NEUTRA;
Coluna- EXTENSÃO;
Abdómen- ROTAÇÃO LATERAL PARA ESQUERDA;
Quadril - EXTENSÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO.

Lado direito
Ombro- FLEXÃO, ADUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo- EXTENSÃO e PRONAÇÃO;
Punho - EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Escápula - ROTAÇÃO EXTERNA com ABDUÇÃO e ELEVAÇÃO.
Os membros inferiores realizam os mesmo movimentos do lado esquerdo.
5. Recuperação
Lado esquerdo

Pescoço- EXTENSÃO e INCLINAÇÃO;
Ombro - EXTENSÃO e ADUÇÃO;
Cotovelo -FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho - EXTENSÃO DO CARPO;
Falanges - FLEXÃO;
Escápula - ROTAÇÃO INTERNA e ADUÇÃO;
Coluna estabilizada
Quadril - FLEXÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO.
Pé - ROTAÇÃO EXTERNA (QUADRIL)
Lado direito
Ombro - ABDUÇÃO, FLEXÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo -FLEXÃO e PRONAÇÃO; (pronador quadrado e redondo).
Punho - EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Polegar - FLEXÃO e ABDUÇÃO;
Escápula - ROTAÇÃO EXTERNA, ABDUÇÃO e ELEVAÇÃO.
Os membros inferiores realizam os mesmo movimentos do lado esquerdo.

A BILATERALIDADE
A biomecânica do movimento da Passagem do remo é igual para os dois lados.

6. Passagem 1
Lado direito

Pescoço- POSIÇÃO NEUTRA;
Ombro- FLEXÃO, ABDUÇÃO e ROTAÇÃO EXTERNA;
Cotovelo- FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho- POSIÇÃO NEUTRA;
Falanges- FLEXÃO;
Escápula- ROTAÇÃO EXTERNA e ABDUÇÃO;
Coluna- NEUTRA;
Quadril - FLEXÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO;
Pé - ROTAÇÃO EXTERNA (QUADRIL)
Lado esquerdo
Pescoço- POSIÇÃO NEUTRA;
Ombro- EXTENSÃO, ABDUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo- FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho- POSIÇÃO NEUTRA;
Falanges- FLEXÃO;
Escápula- ROTAÇÃO INTERNA e ADUÇÃO;
Coluna, Quadril, Joelho e Tornozelo- Idem aos quadros anteriores.

7. Pegada dupla com elevação do remo- lado direito e esquerdo


Pescoço- FLEXÃO, INCLINAÇÃO À DIREITA e ROTAÇÃO PARA A DIREITA.

Ombro- FLEXÃO, ADUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo- FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho- FLEXÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Polegar- FLEXÃO;
Escápula- ROTAÇÃO EXTERNA, ABDUÇÃO e ELEVAÇÃO;
Coluna- POSIÇÃO NEUTRA;
Quadril - FLEXÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO;
Pé- ROTAÇÃO EXTERNA (QUADRIL).

8. Passagem 2
Lado esquerdo

Pescoço- FLEXÃO, INCLINAÇÃO À DIREITA e ROTAÇÃO PARA A ESQUERDA;
Ombro- FLEXÃO, ABDUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo- FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho- EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Polegar- FLEXÃO;
Escápula- ROTAÇÃO EXTERNA, ELEVAÇÃO e ABDUÇÃO;
Coluna- EXTENSÃO;
Quadril - FLEXÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO;
Pé- ROTAÇÃO EXTERNA (QUADRIL)
Lado direito
Pescoço- FLEXÃO, INCLINAÇÃO À DIREITA e ROTAÇÃO PARA A DIREITA.
Ombro- FLEXÃO, ADUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo- FLEXÃO e PRONAÇÃO;
Punho- EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Polegar- FLEXÃO;
Escápula- ROTAÇÃO EXTERNA e ABDUÇÃO;
Coluna- EXTENSÃO
Quadril - FLEXÃO.
Os membros inferiores realizam os mesmo movimentos do lado esquerdo.
9. Inicio entrada na água
Lado direito

Pescoço- FLEXÃO e ROTAÇÃO PARA A DIREITA;
Ombro- EXTENSÃO, ADUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo- EXTENSÃO e PRONAÇÃO;
Punho- EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Polegar- FLEXÃO;
Escápula- ROTAÇÃO INTERNA e ADUÇÃO;
Coluna-ABAIXAMENTO e INCLINAÇÃO;
Quadril - FLEXÃO.

Lado esquerdo
Pescoço- FLEXÃO e ROTAÇÃO;
Ombro- FLEXÃO, ADUÇÃO e ROTAÇÃO INTERNA;
Cotovelo- EXTENSÃO e PRONAÇÃO;
Punho- EXTENSÃO;
Falanges - FLEXÃO;
Polegar- FLEXÃO;
Escápula- ROTAÇÃO EXTERNA, ABDUÇÃO e ELEVAÇÃO;
Coluna- FLEXÃO e INCLINAÇÃO;
Quadril - FLEXÃO;
Joelho - FLEXÃO;
Tornozelo - DORSI-FLEXÃO;
Pé- ROTAÇÃO EXTERNA
Vale acrescentar que joelho e tornozelo, mantém-se na mesma posição, como forma de estabilizar o corpo.





Após a análise cinesiológica, observou-se a ocorrência de intensa movimentação das articulações, principalmente de membro superior: pescoço, ombro, cotovelo e escápula bem como coluna, abdómen e quadril. Assim podem ocorrer algumas lesões como:
• Tendinites de punho e ombro, em função da empunhadura errada, da ausência de recuperação de braço e de alongamentos antes das remadas;

• Extravasamento de líquido sinovial, principalmente no punho, como decorrência do despreparo técnico quanto à empunhadura, ao trajeto e à não socialização do transporte da canoa e equipamentos;
• Problemas cervicais no pescoço e ombro, devido a manutenção de contração dessa musculatura aliada à falta de alongamentos no processo;
• Dores lombares e dorsais devido a má postura;
• Incómodo no cóccix, devido ao posicionamento não ereto da coluna durante a remada, falta de alongamento lombar, fortalecimento abdominal e ausência da espuma no assento do barco e ainda,
• Torsões, luxações no joelho, ocorridas no embarque e desembarque provocadas pela ausência de prática do desporto, ou ainda caimbras, adormecimento e formigamentos.

Bibliografia

Moreira, J., & Parada, K. (Abril de 2005). Canoagem: Análise Cinesiológica da Remada Básica. http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 10 - N° 83 .

Por: Davide Esteves